A saúde mental no trabalho deixou de ser "ação de bem-estar" e tornou-se obrigação legal com auditoria técnica. Conscientize suas lideranças, mitigue passivos trabalhistas e adeque o PGR da sua empresa através de palestras e treinamentos conduzidos por quem une ciência psicológica, neurociência e visão corporativa.
Com a publicação da Portaria MTE nº 1.419/2024 e o Guia Oficial do Ministério do Trabalho, a gestão de riscos psicossociais tornou-se compulsória no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Palestras genéricas de "Setembro Amarelo", distribuição de frutas ou sessões isoladas de meditação não atendem às exigências legais da NR-1. O MTE exige auditoria das condições reais de trabalho que causam sofrimento mental.
Fatores relacionados à gestão e ao ambiente que afetam a cognição e o equilíbrio emocional dos trabalhadores. Exigidos formalmente no Inventário de Riscos do GRO.
Ter um laudo assinado guardado na gaveta sem evidências de capacitação das lideranças e conscientização da equipe é o principal motivo de autuações e condenações em danos morais.
| Critério Avaliado | Modelo Antigo (Pré-Atualização) | Novo Paradigma NR-1 (MTE 2024/2026) |
|---|---|---|
| Tratamento da Saúde Mental | Voluntário Visto como "benefício de RH" ou clima organizacional. | Compulsório Risco ocupacional formal inserido no PGR/GRO com matriz técnica. |
| Fiscalização do Ministério do Trabalho | Focada em riscos físicos (ruído, calor, químicos, acidentes de máquinas). | Audita assédio moral, sobrecarga, burnout, horas extras crônicas e liderança. |
| Ações Preventivas Aceitas | Palestras pontuais de bem-estar sem métrica nem comprovação. | Conscientização técnica, capacitação de líderes e comitê antiassédio com CRP. |
| Impacto nos Tribunais Trabalhistas | Ações judiciais individuais difusas, sem padrão regulatório claro. | TST e TRTs utilizam a NR-1 como prova objetiva de negligência empresarial. |
Diretoria e Recursos Humanos possuem responsabilidades complementares na NR-1. Nossa atuação conecta a blindagem financeira do empresário à eficiência operacional do RH.
O adoecimento mental não é apenas um problema humano; é um dos maiores ralos financeiros silenciosos de uma empresa.
Nós fornecemos a fundamentação técnica e o respaldo humano que o RH precisa para engajar gestores resistentes e aplicar a norma com leveza.
Programas dinâmicos, baseados em evidências científicas e desenhados para a realidade operacional de cada público da sua empresa.
Uma imersão completa e esclarecedora que traduz as exigências do MTE em atitudes práticas do dia a dia corporativo. Desmistifica o tema, afasta o medo da fiscalização e engaja todos os colaboradores na construção de um ambiente seguro e de alta performance.
Treinamento focado exclusivamente em Diretores, Gerentes e Coordenadores. Ensina a linha exata entre cobrança de metas com assertividade e assédio moral organizacional. Aborda segurança psicológica, feedback não-violento e inteligência emocional na gestão de crises.
Palestra de alto impacto humano para conscientizar a equipe sobre os estágios do estresse crônico, autocuidado consciente, regulação emocional e importância de pedir ajuda nos canais internos da empresa antes do adoecimento.
Orientação técnica e ética para os cipeiros e membros do comitê de compliance. Como acolher relatos de assédio sem revitimização, como garantir sigilo absoluto e quais procedimentos adotar para subsidiar investigações internas justas e protegidas.
Nossa atuação não termina nos aplausos da palestra. Oferecemos respaldo metodológico para que sua equipe de SST e RH tenha subsídios técnicos válidos perante a fiscalização.
Orientação sobre questionários reconhecidos cientificamente (como COPSOQ III e PROART), evitando pesquisas informais que podem gerar nulo valor jurídico ou constrangimento ilegal a colaboradores.
Apoio na classificação técnica da gradação dos riscos identificados, permitindo que a engenharia de segurança e a medicina do trabalho alimentem o GRO com dados precisos e justificados.
O MTE exige saber: "O que a empresa fará para neutralizar o risco identificado?". Fornecemos modelos de intervenções organizacionais práticas que resolvem a causa do problema sem burocracia.
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga com registro ativo no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP 06/201517). Dedica-se ao estudo aprofundado da neurociência aplicada ao estresse crônico, dinâmica comportamental em ambientes de trabalho e saúde mental preventiva.
Com linguagem clara, acessível e livre de jargões técnicos herméticos, a Dra. Caroline transforma temas complexos da legislação trabalhista em conversas engajadoras, despertando reflexão genuína tanto no chão de fábrica quanto na sala de reuniões da diretoria executiva.
Respostas objetivas para as principais dúvidas de Empresários, Gerentes de RH e Engenheiros de Segurança do Trabalho.
Sim. O item 1.4 da NR-1 estabelece formalmente o dever do empregador de capacitar, treinar e informar os trabalhadores sobre os riscos a que estão expostos e as medidas de prevenção adotadas. Além disso, a Lei 14.457/2022 torna obrigatória a capacitação mínima anual sobre assédio e violência moral para todos os colaboradores. Apresentar listas de presença e certificados emitidos por psicóloga habilitada é a principal prova documental de cumprimento da norma.
Embora a engenharia de segurança elabore o documento do PGR, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e a jurisprudência técnica reconhecem que a avaliação, diagnóstico e conscientização sobre fatores psicossociais e adoecimento mental são matérias de competência técnica privativa ou compartilhada com profissionais de psicologia. A atuação da Dra. Caroline Campos Verde (CRP 06/201517) garante que sua empresa receba respaldo ético e científico inquestionável.
A ausência de gerenciamento de riscos psicossociais no PGR ou a manutenção de um documento meramente burocrático (sem plano de ação e sem treinamentos comprovados) pode ensejar autos de infração que variam de R$ 2.000 a mais de R$ 70.000 por item infringido, multiplicados pelo número de empregados, além da abertura de Inquérito Civil pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).
Embora ME e EPP tenham tratamento diferenciado na elaboração do PGR para graus de risco 1 e 2 caso não haja riscos físicos/químicos, a responsabilidade civil por adoecimento mental no trabalho permanece integral. Casos de burnout, assédio ou depressão geram processos na Justiça do Trabalho da mesma forma. A palestra é a maneira mais econômica e segura de prevenir litígios em qualquer porte de negócio.
O processo é simples e ágil: após o primeiro contato via WhatsApp, agendamos um breve alinhamento de 15 minutos para entender a realidade, o porte e o segmento da sua empresa. A palestra magna tem duração usual de 60 a 90 minutos (com tempo livre para dúvidas), enquanto workshops de liderança duram de 2h a 3h. O material pode ser personalizado com as políticas internas da sua organização.
Pelo contrário. A abordagem da Dra. Caroline é absolutamente construtiva, ética e orientada à autorresponsabilidade e à cooperação mútua. A palestra esclarece o que é assédio e o que não é assédio (diferenciando cobrança firme de abusos), ensina os colaboradores a utilizarem os canais internos da empresa e desfaz o clima de animosidade, aproximando os colaboradores da gestão.